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Folclore Brasileiro #4 - Lendas Pouco Reputadas
Minhocão
O Minhocuçu, ou Minhocão, é uma minhoca (também dita ser serpente ou peixe) gigante que anda por baixo da terra ou pela água, comendo tudo que encontra pela frente. É alimentada por espíritos e energias ruins, e segundo alguns, até mesmo de almas humanas.
O Minhocuçu, ou Minhocão, é uma minhoca (também dita ser serpente ou peixe) gigante que anda por baixo da terra ou pela água, comendo tudo que encontra pela frente. É alimentada por espíritos e energias ruins, e segundo alguns, até mesmo de almas humanas.
João Galafuz
João Galafuz é a alma encantada de um caboclo afogado que aparece como uma bola de fogo azul, ou multicolor, sobre o mar de Pernambuco. É preságio de tempestade ou naufrágio.
Cavalo de Três Pés
Cavalo misterioso, sem cabeça, alado e com apenas três patas, que corre pela noite esperando que algum infeliz pise em seus rastros, pois assim, o coitado é azarado para sempre. É conhecido na zona rural do sudeste.
Domingos Pinto Colchão
Domingo Pinto Colchão, também chamado de Pinto Pelado, é um diabo em forma de pintassilgo que invade casas gritando e quebrando tudo por mera maldade.
Porca dos Sete leitões
Baronesa amaldiçoada por um escravo feiticeiro por ser uma megera, condenada a vaga pelas beiras de estrada na forma de uma porca, acompanhada de seus sete filhos transformados em leitões, procurando um anel mágico.
Folclore Brasileiro #3 - Personagens Memoráveis
Mingusoto

Caamanha

A Caamanha, ou Mãe do Mato, é guerreira índia que protege os animais encantados. Coloca espinhos mágicos nas redes de quem perturbe a mata, colocando a pessoa em um sono profundo, para que seja devorado pelas criaturas que protege.
Cotaluna

De pele branquíssima e cabelos muito negro, Cotaluna é uma linda sereia que atrai os homens e os mata friamente. Durante o verão caminha pela terra como uma linda mulher. Não canta, porém, possui um olhar que enfeitiça e torna a pessoa vazia. Mora no rio Gramame, na Paraíba.

Mingusoto é entidade superpoderosa que governa as matas, os rios, os mares e o subterrâneo da cidade de João Pessoa. Não tem forma definida mas ás vezes aparece altas horas da noite como homem montando um carro de boi acompanhado por uma procissão de almas lamentosas. Ora aparece como ave de ferro ou leão de bronze que gemem anunciando grande desgraça naquela localização.
Caamanha

A Caamanha, ou Mãe do Mato, é guerreira índia que protege os animais encantados. Coloca espinhos mágicos nas redes de quem perturbe a mata, colocando a pessoa em um sono profundo, para que seja devorado pelas criaturas que protege.
Cotaluna

De pele branquíssima e cabelos muito negro, Cotaluna é uma linda sereia que atrai os homens e os mata friamente. Durante o verão caminha pela terra como uma linda mulher. Não canta, porém, possui um olhar que enfeitiça e torna a pessoa vazia. Mora no rio Gramame, na Paraíba.
O Quilaino é um duendezinho minúsculo e carnívoro com a capacidade de se transformar em todo tipo de animal e que atazana os viajantes do Mato Grosso. Odeia água, por isso, não cruza rios.
Motucu

Duende amazônico maligno, o Motucu tem corpo de menino e os pés virados pra trás. Se diverte causando queimadas e deixando apenas cinzas e carvão por onde passa.
Caruara

Caroara, ou Caruara, é um duende vampiresco que toma a forma de um inseto semelhante a um bicho-pau e morde (ou lança flechas) nas pessoas, causando-lhes dor intensa. Pode ficar invisível e prefere atacar mulheres menstruadas. Assola a região amazônica.
Sanguanel

O Sanguanel é um duende travesso que habita florestas de árvores altas no sul do Brasil. Rapta crianças por diversão e as leva para ninhos no topo de suas árvores, lá ele as trata muito bem e depois as devolve sãs, salvas e sem memória. Alguns dizem que o Sanguanel não é um duende e sim um demônio.
Folclore Brasileiro #2 - Mais Algumas Lendas Célebres
Papa Figo
O Papa Figo (corruptela de papa-fígado) é um bicho papão temido em muitas partes do país, em especial o Nordeste. É entidade maligna, em forma de velho leproso, que come o fígado e bebe o sangue de crianças a fim de curar sua doença. Escolhe as crianças mentirosas e atentadas, atraindo-as com doces.
Bruxas
O Papa Figo (corruptela de papa-fígado) é um bicho papão temido em muitas partes do país, em especial o Nordeste. É entidade maligna, em forma de velho leproso, que come o fígado e bebe o sangue de crianças a fim de curar sua doença. Escolhe as crianças mentirosas e atentadas, atraindo-as com doces.
Bruxas
Diferentemente das bruxas europeias, as bruxas brasileiras são monstros vampirescos e diabólicos com a habilidade de se transformar em mariposa. Dizem os antigos que são mulheres que se envolvem com o diabo e, por isso, preferem fazer seus atos diabólicos em datas santas, como a quaresma.
Lobisomem
A maldição do lobisomem brasileiro é de origem indígena e faz com que o sétimo filho homem de um casal se transforme em uma besta canina com feições de porco, ou até de macaco, toda sexta-feira de lua cheia. Balas de prata não funcionam no lobisomem tupiniquim.
Chupa-Cabras
O Chupa-Cabras é uma criatura grotesca que invade fazendas a noite e chupa o sangue dos animais deixando apenas um orifício estranho em seus pescoços. A lenda é vinda de Porto Rico, ora sendo dito um monstro, ora um alienígena.
Mulher de Branco
A Mulher de Branco, ou Moça de Branco, é o fantasma de uma linda noiva que aparece próximo a igreja ou cemitérios pedindo ajuda ou carona e quando é atendida desaparece em um clarão. É avistada pelas ruas de Minas Gerais e arredores.
Loira do Banheiro
A Loira do Banheiro é o espectro de uma mulher loira que assombra os banheiros de São Paulo e região. É invocada através de diversos rituais e é dita levar suas vítimas para "o outro lado". Alguns dizem que era uma menina que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula, outros dizem que é a alma penada de Maria Augusta de Oliveira.
O Menino Romãozinho é o espírito zombeteiro de um menino encapetado amaldiçoado pelos pais por ser muito mau. Acredita-se que a lenda tenha se originado no estado de Goiás.
Folclore Brasileiro #1 - As Principais Lendas
Saci
Sacis são duendes travessos nascido de brotos de bambu em noites de tempestade que sincretizam características das culturas europeia, africana e indígena. Adoram fumar cachimbo, trançar a crina dos cavalos, estragar a comida, esconder objetos e andar por aí na forma de redemoinho, sendo sua touca a fonte de seus poderes mágicos. São conhecidos por todo o país.
Curupira
O Curupira é uma entidade guardiã em forma de menino de pele alva e cabelos avermelhados que protege as matas e os animais de todo o norte do Brasil. Tem os pés virados pra trás, para confundir quem o procure, e assovia para enlouquecer caçadores ou fazê-los se perder.
Iara
A Iara é uma espécie de sereia brasileira protetora dos cursos d'água que canta e encanta os homens para levá-los ao fundo dos rios, afogando-os. Em noites de festa, ela troca a cauda por pernas e vai dançar com os ribeirinhos. Contam alguns que fora brava índia, assassinada por seus irmãos invejosos.
Caipora
Caiporas, ora ditos múltiplos e ora um ser singular, são seres peludos que habitam o mato e protegem os animais. Andam sempre acompanhados por porcos do mato, e montam o maior deles. Podem ser tanto homem quanto mulher e acredita-se que tenham as capacidade transformar caçadores cruéis em bichos e trazer animais de volta a vida.
O Boitatá é uma serpente de fogo gigantesca, dona de olhos luminosos como faróis, que protege as florestas de queimadas e queima todos aqueles que exploram a mata indevidamente. A criatura odeia o ferro e pode tomar a forma de um tronco flamejante que incendeia quem o toque. Contam que fora uma serpente que sobreviveu ao dilúvio de Tupã.
Dizem que mulheres que enamoram padres, são amaldiçoadas e condenadas a toda noite de quinta pra sexta transformarem-se em uma mula preta demoníaca que corre por aí atacando transeuntes. A maldição é originária das lendas europeias e a moça pode ser desencantada ao ser furada com uma agulha benta até derramar sangue.
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